Como que vc entrou na minha cabeça?
Uhm, não sei se o texto foi inspirado numa experiência verdadeira, mas ao menos posso afirmar que vc não vive à sombra de um talento fingido e nem é a farsa do dia-a-dia.
As vezes, acho que é até melhor fugir do mundo a ter que ver essa coisa horrivel todos os dias. É sufocante, não?
Parabéns pelo seu trabalho, Bjos
Comentário por Rodrigo — 6 de novembro de 2009 às 18:32
Eu me sinto como esse menina no texto, me dói tudo isso tb, me sinto assim… e não sei como sair disso… muito bom o texto…
Comentário por Rodrigo — 21 de outubro de 2009 às 22:30
Conheci seu trabalho pela May, essa aí de cima (vou apanhar ). E me apaixonei. Parabéns pelos lindos textos. Dói ver tanta dor em você.. [2] Beijos
Comentário por Lara — 21 de outubro de 2009 às 22:29
como faço pra comprar seu livro ? sou fã de seus textos
Comentário por Cristiane — 21 de outubro de 2009 às 22:29
Conheci teu trabalho agora. Há tempos sou fão do O Teatro Mágico… mas comprei o livro essa semana. Tô facinada pelos teus textos. Parabéns mesmo, viu! Abraço!
Comentário por Sarah — 21 de outubro de 2009 às 22:28
Estou conhecendo agora seu trabalho e tô abismado como vc escreve algumas experiência. São minhas, literalmente minhas. Se eu fosse poeta escreveria ao seu estilo. Acho..rs Vc me fez recordar um passado próximo no qual era totalmente introspectivo e criava meu mundo. Hj tenho mais consciência de mim e da vida. Era tão melancólico, triste.. Mas vc me fez recordar não com tristesa, e sim com amor à fábula e à metáfora, pq meu pensamento é assim, subjetivo, inconstante, que tende à tristeza. Hoje me encontrei numa área lógica, racional, objetiva. Curso Gestão Ambiental e pretendo fazer Engenharia Ambiental. Sabe, questionar o real me faz mais feliz . Mas vc me fez descobrir que posso voltar ao que sou e não tirar o foco do que quero fazer da minha vida. “Os melhores filósofos eram matemáticos”. Adoro pensar as questões da vida, moral, racionalidade, subjetividade, adoro ser racional, adoro poesia, adoro alegria, adoro músicas alegres… Afinal, todos buscamos sermos felizes. Me escreva
Comentário por Vinicius Stoqui — 21 de outubro de 2009 às 22:28
O texto foi meio que, “inspirado” na música Eletricidade e Vilarejo Íntimo da Fernanda Porto?
Comentário por Tarcila — 21 de outubro de 2009 às 22:27
Qtas noites escuras a gente passa durante a vida!são momentos reveladores e muitos doloridos…aí vem outro dia, o sol bate na janela,aquece nosso corpo e mostra q existe vida,existe outras maneiras de ver de sentir e que essa caminhada,essa busca,esse processo é o que mais vale a pena,pois ele esconde milhares de surpresas,de momentos,de pessoas,de pequenos instantes e acima de tudo : de orgulho por ter a força de prosseguir como um guerreiro e vencer a si mesmo.
Comentário por chris cruz — 21 de outubro de 2009 às 22:27
Dói ver tanta dor em você..
Comentário por May — 21 de outubro de 2009 às 22:26
ão os medos de todos nós que sempre vem perturbar nas horas mortas da madrugada, enquanto todo mundo lá fora dorme e algo permance em pé dentro de nós. Lindo! Parabéns!
Comentário por Carlos — 21 de outubro de 2009 às 22:26
“e como dói ser quem sou” – isso é foda! vc nos traduz!
Comentário por Lena — 21 de outubro de 2009 às 22:25
a menina cai novamente em melancolia!! e é tao doce!!
Comentário por sabrina — 21 de outubro de 2009 às 22:25
dói não ser boa em nada” vc pelo menos escreve bem! Ah, q bom q agora poderá atualizar com mais frequencia aqui, né? bjs
Comentário por Micaela — 21 de outubro de 2009 às 22:24
Como que vc entrou na minha cabeça?
Uhm, não sei se o texto foi inspirado numa experiência verdadeira, mas ao menos posso afirmar que vc não vive à sombra de um talento fingido e nem é a farsa do dia-a-dia.
As vezes, acho que é até melhor fugir do mundo a ter que ver essa coisa horrivel todos os dias. É sufocante, não?
Parabéns pelo seu trabalho, Bjos
Comentário por Beatriz Ramos — 17 de novembro de 2009 às 12:47
a dor da insonia! inspira, respira, maira!
Comentário por Rodrigo — 6 de novembro de 2009 às 18:32
Eu me sinto como esse menina no texto, me dói tudo isso tb, me sinto assim… e não sei como sair disso… muito bom o texto…
Comentário por Rodrigo — 21 de outubro de 2009 às 22:30
Conheci seu trabalho pela May, essa aí de cima (vou apanhar
). E me apaixonei. Parabéns pelos lindos textos. Dói ver tanta dor em você.. [2] Beijos
Comentário por Lara — 21 de outubro de 2009 às 22:29
como faço pra comprar seu livro ? sou fã de seus textos
Comentário por Cristiane — 21 de outubro de 2009 às 22:29
Conheci teu trabalho agora. Há tempos sou fão do O Teatro Mágico… mas comprei o livro essa semana. Tô facinada pelos teus textos. Parabéns mesmo, viu! Abraço!
Comentário por Sarah — 21 de outubro de 2009 às 22:28
Estou conhecendo agora seu trabalho e tô abismado como vc escreve algumas experiência. São minhas, literalmente minhas. Se eu fosse poeta escreveria ao seu estilo. Acho..rs Vc me fez recordar um passado próximo no qual era totalmente introspectivo e criava meu mundo. Hj tenho mais consciência de mim e da vida. Era tão melancólico, triste.. Mas vc me fez recordar não com tristesa, e sim com amor à fábula e à metáfora, pq meu pensamento é assim, subjetivo, inconstante, que tende à tristeza. Hoje me encontrei numa área lógica, racional, objetiva. Curso Gestão Ambiental e pretendo fazer Engenharia Ambiental. Sabe, questionar o real me faz mais feliz . Mas vc me fez descobrir que posso voltar ao que sou e não tirar o foco do que quero fazer da minha vida. “Os melhores filósofos eram matemáticos”. Adoro pensar as questões da vida, moral, racionalidade, subjetividade, adoro ser racional, adoro poesia, adoro alegria, adoro músicas alegres… Afinal, todos buscamos sermos felizes. Me escreva
Comentário por Vinicius Stoqui — 21 de outubro de 2009 às 22:28
O texto foi meio que, “inspirado” na música Eletricidade e Vilarejo Íntimo da Fernanda Porto?
Comentário por Tarcila — 21 de outubro de 2009 às 22:27
Qtas noites escuras a gente passa durante a vida!são momentos reveladores e muitos doloridos…aí vem outro dia, o sol bate na janela,aquece nosso corpo e mostra q existe vida,existe outras maneiras de ver de sentir e que essa caminhada,essa busca,esse processo é o que mais vale a pena,pois ele esconde milhares de surpresas,de momentos,de pessoas,de pequenos instantes e acima de tudo : de orgulho por ter a força de prosseguir como um guerreiro e vencer a si mesmo.
Comentário por chris cruz — 21 de outubro de 2009 às 22:27
Dói ver tanta dor em você..
Comentário por May — 21 de outubro de 2009 às 22:26
ão os medos de todos nós que sempre vem perturbar nas horas mortas da madrugada, enquanto todo mundo lá fora dorme e algo permance em pé dentro de nós. Lindo! Parabéns!
Comentário por Carlos — 21 de outubro de 2009 às 22:26
“e como dói ser quem sou” – isso é foda! vc nos traduz!
Comentário por Lena — 21 de outubro de 2009 às 22:25
a menina cai novamente em melancolia!! e é tao doce!!
Comentário por sabrina — 21 de outubro de 2009 às 22:25
dói não ser boa em nada” vc pelo menos escreve bem! Ah, q bom q agora poderá atualizar com mais frequencia aqui, né? bjs
Comentário por Micaela — 21 de outubro de 2009 às 22:24